Depois do Twitter, o Blip também começa a ficar famoso por aqui
Twittar tá quase virando verbo e, enquanto isso não acontece, apareceu mais uma ferramenta que também tem tudo pra ficar famosa por aqui. Agora o negócio é Blipar!
O Blip.fm começou a ficar bem famoso nessas últimas semanas sendo muito comentado na blogosfera. A ferramenta, que lembra bastante o funcionamento do Twitter, tem como foco o compatilhamento de músicas.
Cada usuário se transforma em um DJ que pode adicionar suas próprias músicas e compartilhá-las com seus seguidores ( Listeners). O site é mais uma ferramenta de "social networking" e, o elo entre os participantes é o gosto musical.
Você segue DJs (Favorite DJs) e, na sua página principal aparecerá, além dos seus, os Blips (comentários de até 150 caracteres sobre determinada música) de todos os seus DJs favoritos.
Para Blipar, você tem algumas opções. Pode procurar uma música no mecanismo de busca da ferramenta, fazer o upload de alguma que você tenha no seu micro ou ainda, colocar a URL de algum mp3 que esteja publicado na internet.
Imagino que em breve teremos alguma intervenção da justiça, pois, apesar do sistema jogar a responsabilidade sobre o conteúdo lá publicado para o usuário, a coisa que mais tem é música que certamente não poderia estar lá.
Enquanto isso não acontece, vamos aproveitar bastante mais uma ferramenta sensacional. Abaixo coloco um resumo dos termos mais usados por lá para facilitar a vida dos DJs de primeira viagem.
Blip: texto de até 150 caracteres associado com uma música.
Favorites DJs: lista dos usuários que você está seguindo. Os Blips deles irão aparecer na sua página principal.
Listeners: seus fãs, ou seja, a lista dos usuários que te seguem, pois provavelmente gostam dos seus Blips.
Props: cada usuário, quando cria seu cadastro, ganha 10 props que ele pode dar para os DJs que realmente merecem. Quanto maior o seu número de props, maior o reconhecimento da comunidade pelo seu gosto musical.
Dicas para melhorar o posicionamento do seu site nos mecanismos de busca
1. Escolha um bom e não muito extenso conjunto de palavras-chave que descreva o conteúdo do seu site e coloque-as na meta-tag keywords;
2. Escreva um resumo sobre o seu site e coloque na meta-tag description;
3. Faça uso das meta-tags específicas para mecanismos de busca;
4. Dê títulos (<title></title>) diferentes para cada página do seu site;
5. Ter bom conteúdo é fundamental, de preferência com poucos erros gramaticais;
6. O layout do site também é fundamental. Tem que ser claro, de fácil navegação e acessível;
7. Evite usar Flash para tudo;
8. Tome cuidado com menus de navegação animados (DHTML), pois, têm que ser muito bem construídos para que os BOTS indexadores consigam navegar através dele;
9. Ofereça sempre conteúdos novos. Sites que ficam muito tempo sem atualização costumam ter pouca visitação;
10. Coloque links externos e internos no seu conteúdo. Quanto mais referências (pertinentes) seu texto tiver, melhor;
11. Evite repetir a mesma palavra várias vezes no texto;
12. Use nos títulos e no conteúdo palavras que são conhecidas por serem muito buscadas, claro, desde que não fique forçado. Acredite, os Web Crawlers também conseguem identificar algumas tentativas de fraudes;
13. Sempre identifique suas imagens com o atributo alt da tag img;
14. Use o hífen para nomear suas páginas e nomes de arquivos. Algo como mulher-na-sala-com-notebook.jpg;
15. Ter links quebrados é um péssimo negócio;
16. Faça o mapa do site para os visitantes e para os mecanismos de busca (sitemap.xml);
17. Configure corretamente o arquivo robots.txt;
18. Não tenha imagens para exibir texto. O HTML/XHTML é feito para isso. De nada adianta ter um site bonito, com fontes maravilhosas, mas difícil de achar;
19. Quanto mais redirecionamentos você usar, pior será;
20. Ter o conteúdo do site site linkado de outros sites é um ótimo negócio;
21. Cadastre seu site em diretórios de blogs e sites e também em social bookmarks managers como o del.icio.us;
22. Ter umm domínio fácil de digitar e de lembrar é uma ótima idéia, não para os mecanismos de busca, mas, para os sers humanos;
23. Tenha endereços (URLs) bem formatados, seguindo a mesma regra da dica 14.
Resolvendo desafios
O site Tableless tem "dado" ingressos para o décimo encontro Locaweb de profissionais de Internet. Disse dado entre aspas, pois, o site vem lançando desafios e, premia com ingressos a primeira pessoa que posta a resposta correta.
A estratégia é ótima, pois, os desafios geralmente envolvem lógica e programação e acabam atingindo em cheio o público certo para o evento.
Resolvi colocar abaixo a solução para um dos desafios que achei interessante. Eu resolvi usando Python, porém, você poderá usar a mesma lógica com outra linguagem. Se tiver usando o SO da MS, use o instalador do Python para Windows. Se estiver usando Linux, provavelmente você já terá o Python instalado. É só abrir o console e digitar python.
O desafio era:
67 7A 69 70 3A 1F 8B 08 08 D0 11 1B 48 02 FF 65 00 CB 28 29 29 B0 D2 D7 CF 4D 2C 28 D6 4B CF CF 4F CF 49 D5 4B CE CF D5 4B 2A 02 0B D9 E7 E4 D8 EA 1A 19 E9 59 1A 1A 99 9B 98 EA E8 9A 18 EB 19 19 98 19 1B 02 00 29 22 3E 34 36 00 00 00
Onde fica isso?
Bem, a primeira coisa é olharmos para a sequência acima e identificarmos que é algo "escrito" em hexadecimal, afinal, tudo está entre 0 e F. Pra quem não tem a menor idéia do que significa isso, recomendo dar uma olhada aqui.
O próximo passo é convertermos esse hexadecimal para algo legível. Como a pergunta nos leva a pensar que o código representa um texto, a primeira coisa que pensei foi, converto para base 10 e vejo o valor correspondente da tabela ascii. Para isso fiz o seguinte:
# Jogo a sequência em uma string s
s = "67 7A 69 70 3A 1F 8B 08 08 D0 11 1B 48 02 FF 65 00 CB 28 29 29 B0 D2 D7 CF 4D 2C 28 D6 4B CF CF 4F CF 49 D5 4B CE CF D5 4B 2A 02 0B D9 E7 E4 D8 EA 1A 19 E9 59 1A 1A 99 9B 98 EA E8 9A 18 EB 19 19 98 19 1B 02 00 29 22 3E 34 36 00 00 00"
# Dou um split sem argumentos na string s e coloco o resultado
# em uma variável chamada lista_hexa.
# Obs: o método split sem argumento usa o espaço como separador
lista_hexa = s.split()
# Crio uma função chamada hex2dec que recebe um parâmetro
# e converte para base 10
def hex2dec(hx): return int(hx, 16)
# Aplico a função criada acima em cada item da lista_hexa
# e coloco o resultado em outra lista chamada lista_decimais.
lista_decimais = map(hex2dec, lista_hexa)
# Agora aplico a função chr em cada número da lista_decimais
# A função chr recebe como parêmtro um número inteiro e retorna
# uma string de um caractere correspondente ao seu valor na tabela ascii.
lista_chars = map(chr, lista_decimais)
Se visualizarmos o conteúdo da variável lista_chars, será o seguinte:
['g', 'z', 'i', 'p', ':', '\x1f', '\x8b', '\x08', '\x08', '\xd0', '\x11', '\x1b', 'H', '\x02', '\xff', 'e', '\x00', '\xcb', '(', ')', ')', '\xb0', '\xd2', '\xd7', '\xcf', 'M', ',', '(', '\xd6', 'K', '\xcf', '\xcf', 'O', '\xcf', 'I', '\xd5', 'K', '\xce', '\xcf', '\xd5', 'K', '*', '\x02', '\x0b', '\xd9', '\xe7', '\xe4', '\xd8', '\xea', '\x1a', '\x19', '\xe9', 'Y', '\x1a', '\x1a', '\x99', '\x9b', '\x98', '\xea', '\xe8', '\x9a', '\x18', '\xeb', '\x19', '\x19', '\x98', '\x19', '\x1b', '\x02', '\x00', ')', '"', '>', '4', '6', '\x00', '\x00', '\x00']
Eu achei que já teríamos o resultado, porém, pelos caracteres iniciais da nossa lista (gzip:...), dá pra ver que agora o que temos é a representação de um arquivo compactado com o gzip. Vamos então descompactá-lo para ver se chegamos no resultado. Existem várias formas de fazer isso, mas, já que estamos no Python, vamos em frente.
# Importando dois módulos que iremos usar
import gzip, cStringIO
# Transformando a lista_chars em uma string e tirando o gzip:
s_final = ''.join(lista_chars)[5:]
# Agora, pra terminar, uso o método GzipFile que recebe como parêmtro
# um arquivo. Como nós já temos o conteúdo do arquivo na variável s_final,
# uso o módulo StringIO que faz exatamente o que precisamos.
gz = gzip.GzipFile(fileobj = cStringIO.StringIO(s_final))
gz.read()
A pergunta do desafio era: onde fica isso? A resposta é um endereço do Google Maps. ![]()
http://maps.google.com.br/maps?ll=-22.912745,-43.20631
Espero que tenham gostado. Apenas pra finalizar, Python é tão bacana que resolvi tentar fazer tudo isso em uma linha apenas e acabou ficando bem bacana, veja abaixo. Na verdade duas linhas, pois preciso importar os módulos antes.
import gzip, cStringIO
gzip.GzipFile(fileobj = cStringIO.StringIO(''.join(map(chr, map(lambda value:int(value, 16), "67 7A 69 70 3A 1F 8B 08 08 D0 11 1B 48 02 FF 65 00 CB 28 29 29 B0 D2 D7 CF 4D 2C 28 D6 4B CF CF 4F CF 49 D5 4B CE CF D5 4B 2A 02 0B D9 E7 E4 D8 EA 1A 19 E9 59 1A 1A 99 9B 98 EA E8 9A 18 EB 19 19 98 19 1B 02 00 29 22 3E 34 36 00 00 00".split())))[5:])).read()
Será que dá pra fazer tudo isso em uma linha em alguma outra linguagem?
AJAX: um simples exemplo pra você começar a pôr a mão na massa
O princípio básico de funcionamento do AJAX, resumidamente, é: fazer requisições para o servidor Web sem precisar recarregar a página toda. A requisição é feita por trás dos panos, ou seja, enquanto você lê este post, poderia ter alguma programação pegando mais informações no servidor.
O exemplo que vou colocar abaixo faz uma coisa bem simples. É feita uma requisição ou pedido, como alguns falam, para o servidor Web de um arquivo que tem um trecho de HTML. Quando esse trecho de HTML chega, ou seja, o pedido é entregue pelo servidor, transformo todo texto em caixa alta e o disponibilizo na própria página.
Para você fazer o exemplo funcionar, além dos passos abaixo, é fundamental que você tenha um servidor Web configurado na sua máquina ou que possa fazer o upload dos arquivos que serão criados para algum servidor Web que você tenha acesso e que saiba os endereços.
1. Pegue o trecho de código logoo abaixo, coloque no bloco de notas e salve o arquivo com o nome exermplo.html dentro de algum diretório.
<ul>
<li>Os 11 sites mais interessantes da nova internet</li>
<li>Notebooks de 2015</li>
<li>Microsoft confirma softwares vendidos por assinatura</li>
<li>Excesso de downloads punidos por provedores</li>
</ul>
2. Crie um novo arquivo com o bloco de notas, copie o código abaixo e grave no mesmo diretório do arquivo exemplo.html. Dê o nome de ajax.html
<html>
<head>
<title>Exemplo simples do uso de AJAX</title>
<script>
function getRequestObject() {
// Função que retorna o objeto que será usado para fazer requisições.
// Caso o navegador não tenha suporte, a função retorna falso.
if (window.XMLHttpRequest) {
xmlhttp = new XMLHttpRequest();
} else if (window.ActiveXObject) {
xmlhttp = new ActiveXObject("Microsoft.XMLHTTP")
} else {
return false;
}
return xmlhttp;
}
function loadData(url) {
// Função que recebe uma URL e dá um GET nessa URL, ou seja, faz uma requisição.
requestObject = getRequestObject();
if (requestObject) {
requestObject.onreadystatechange = requestObjectStateChanged;
requestObject.open("GET", url, true);
requestObject.send(null);
} else {
alert('Seu navegador não tem suporte para essa tecnologia.');
}
}
function requestObjectStateChanged() {
// Essa função é acionada pela função acima. Na verdade é um evento (onreadystatechange) do
// objeto que faz a requisição que a aciona toda vez que seu estado altera.
// Quando a requisição termina com sucesso, coloco o resultado dentro do div que está no
// body da página.
if (requestObject.readyState==4) {
if (requestObject.status==200) {
document.getElementById('codigo').innerHTML = requestObject.responseText.toUpperCase();
} else {
alert('Erro ao carregar os dados.');
}
}
}
</script>
</head>
<body>
<input type="button" value="Carregar" onclick="loadData('exemplo.html');" />
<div id="codigo"></div>
</body>
</html>
Agora basta testar. Aqui na minha máquina tenho um servidor Apache rodando. Eu editei o arquivo de configuração (httpd.conf) e mudei o DocumentRoot para o diretório que usei para gravar os arquivos. Depois disso, acessei http://localhost/ajax.html para testar.
Uma outra possibilidade é você fazer o upload desses dois arquivos para algum servidor Web. Depois disso, basta você acessar o arquivo ajax.html e clicar no botão carregar.
Caso encontre problemas ou não tenha entendido o que o código faz, linha por linha, deixe seu comentário para que eu ou outros leitores ajudem.
Como mensurar a audiência de sites feitos em Flash?
É muito comum o uso de ferramentas gratuitas como o Google Analytics para mensurar a audiência de sites, porém, quando os sites são construidos inteiramente em Flash, as coisas mudam um pouco.
E o que temos que fazer então pra mensurá-la?. Bem, se for usando o Google Analytics, o primeiro passo é fazer o cadastro do site e pegar o "tracking code" gerado por ele. Você vai ter em mãos um código semelhante ao que está colado logo abaixo.
<script type="text/javascript">
var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www.");
document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E"));
</script>
<script type="text/javascript">
var pageTracker = _gat._getTracker("UA-1783014-1");
pageTracker._initData();
pageTracker._trackPageview();
</script>
Com este trecho de código em mãos, você deverá colocá-lo na página do seu site que faz a chamada ao seu arquivo .swf, ou seja, onde tem a tag <object>.
Com isso feito, agora é a hora de alterar seu .fla. Você terá que editar todos os eventos que usa para navegação entre as páginas. Disse eventos pois é possível você "mudar de páginas" usando eventos diferentes como: onClipEvent, on (release), entre outros.
Supondo que você tenha um site com uma estrutura simples, algo como: home, contato, quem somos e notícias, e ainda, que você use o evento "on (release)" de um botão para ir da "página" home para quem somos. Nesse evento você tem que colocar o seguinte:
on (release) {
getURL("javascript:pageTracker._trackPageview('/quem_somos/index.html');");
_root.gotoAndPlay("quem_somos");
}
O getURL do código acima é que será responsável em chamar o tracker do Google Analytics que está no código-fonte da sua página e passar o endereço virtual "/quem_somos/index.html" para que ele consiga contabiliar esta visita. Vejam, este endereço não existe, porém, irá aparecer nos relatórios de audiência e você conseguirá identificar facilmente a quantidade de visitas por área.
A linha _root.gotoAndPlay("quem_somos") não é obrigatória. Eu coloquei apenas para exemplificar algum tipo de ação possível para "mudar de página". Depois que você tiver feito isso em todos os eventos do seu .fla, claro, alterando os endereços virtuais, exportá-lo e "subir" o .swf para o servidor Web, será possível acompanhar o movimento do site acessando os relatórios.
É importante lembrar que o Google Analytics demora aproximadamente 48 horas para começar a mostrar os resultados depois que estiver tudo certo.
Tente recuperar seus píxels “mortos”
A popularização dos monitores LCD, que ocupam menos espaço, consomem menos energia e desgastam menos nossa vista, trouxe problemas que não eram conhecidos pelos donos de monitores CRT (tubo de raios catódicos).
Muitos compradores se decepcionaram ao chegarem em casa e descobrirem que o monitor, mesmo novo, veio com um ou mais píxels defeituosos. Outros, depois de um tempo de uso, também notam o mesmo fato.
O que todo mundo diz por aí é que seu monitor está com píxels mortos ou, mais conhecido em Inglês como "Dead Pixels". Na verdade, o correto não é dizer píxel morto e sim píxel defeituoso, isso porque o píxel pode realmente estar morto, ou seja, desligado, porém, pode também estar ligado mas não estar se comportando da maneira esperada.
Píxels mortos são os defeituosos que não possuem luminosidade, ou seja, como se estivessem desligados. São vistos normalmente em telas brancas justamente pela falta de luz, acabam aparecendo como pontos pretos na tela.
Existem também os píxels que ficam permanentemente ligados. Estes normalmente se comportam de maneira inversa dos mortos. São brancos e normalmente são notados quando a imagem de fundo é preta. Em Inglês são conhecidos como "hot pixels".
Além dos dois citados acima, também temos o píxel preso, que é aquele que fica com determinada cor e não alterna. Eles são vistos normalmente em imagens pretas e são mais comuns se prenderem nas cores vermelha, verde ou azul.
Caso no seu monitor LCD você tenha píxels presos, é possível tentar desprendê-los. A principal técnica é ter uma imagem que alterne cores rapidamente. O site killdeadpixel.com tem uma imagem dessas e ensina o que você deve fazer para tentar "ressucitar" seus píxels.
Basta acessar o site, posicionar a imagem no local onde aparece o píxel preso no seu monitor e deixar ligado por 1 hora. Caso não funcione, o site recomenda usar a versão full screen da imagem e deixar ligado por 12 horas. É claro que não tem nenhuma garantia mas acho que vale a tentativa.
Impressione seus amigos com a forma de exibir seus álbuns de fotos
Desde que as máquinas digitais ficaram populares, dezenas de programas foram desenvolvidos para facilitar a vida dos fotógrafos de plantão para que estes consigam compartilhar a quantidade enorme de fotos que tiram com seus amigos.
Essa tarefa, apesar de parecer simples para muitos, certamente é um pesadelo para a maioria. O marketing, digno de paises capitalistas, faz com que simples mortais tirem fotos com máquinas de 7 Megapíxels sem ter a menor idéia do que estão fazendo. Quando chegam em casa, colocam verdadeiras bigornas no seu micro de casa e, na hora de compartilhar isso com os amigos, começa a luta. Quantas vezes você já não recebeu um arquivo enorme de algum amigo seu que praticamente destruiu sua caixa postal?
Os usuários mais fuçadores começaram a usar programas que "dão um jeito" na problemática acima. Eles reduzem as fotos automaticamente, fazem alguns ajustes padrão nos níveis de saturação, contraste e cor e ainda montam um álbum de fotos para ser publicado na Web. Posso citar entre muitos o Picasa e ACD See.
Até aí, nada de novo. Além dos programas que rodam na nossa própria máquina, temos também os sites, ou melhor, as Web Applications, que têm esse propósito. Você cria um usuário e uma senha e faz o upload das suas fotos, normalmente organizando tudo em álbuns. Aqui citaria o Flickr e o Picasa Web, sem falar nas possibilidades de colocar fotos de maneira semelhante nas redes sociais Orkut e Facebook.
A maneira de visualizar essas fotos é bem semelhante em quase todos eles, porém, a Cooliris desenvolveu um plug-in para os principais navegadores do mercado que modifica completamente a maneira de navegar nesses álbuns. O produto é totalmente inovador e certamente irá fazer com que o mercado de desenvolvimento Web siga novos e bons caminhos.
O plug-in, batizado de PicLens, é simplesmente sensacional. Você irá impressionar todo mundo se colocar, por exemplo, seu álbum no Picasa Web e mostrá-lo para seus amigos. As transições entre fotos, a maneira de mostrar os thumbnails, a forma de navegar, a integração com alguns dos principais sites de busca de imagens, entre outras, são características que foram cuidadosamente desenhadas e pensadas por gente que se preocupa e muito com as pessoas que estão do outro lado do balcão.
Eu recomendo fortemente que todos instalem o plug-in em seus browsers pois, no mínimo, estamos diante de outro grande passo em termos de evolução nas aplicações Web. Não ficarei nada surpreso se algum player grande comprar esse produto por algumas dezenas de milhares de dólares.
Dicas para fazer um site matador
Sites que impressionam, que fazem praticamente mágica com recursos multimídia, principalmente animação, tá cheio por aí. Basta dar uma visitada nas principais agências de publicidade que você achará em seus respectivos portfólios trabalhos que se encaixam perfeitamente nesse perfil.
Achar um site bonito, agradável, que seja super fácil de navegar e, o principal, que tenha sido cuidadosamente pensado para que os usuários tenham uma experiência memorável, não é tão fácil assim.
Mais recentemente, ainda temos que considerar que os sites devem ser pensados para o mundo móvel que, diferentemente da época da "falsa propaganda" do estouro do WAP, agora realmente existe um número de pessoas - que não pode ser mais desprezado - usando aparelhos móveis para navegar.
A quantidade de informações necessárias para desenhar um site quase perfeito é enorme e, apesar do grande número de profissionais trabalhando nessa área, poucos tem todas essas características. Isso explica o motivo da boa valorização que estes têm no mercado.
E o que fazer então para conseguir enxergar tudo que é necessário para conseguir desenhar um site com todas essas características? Como em quase todas as áreas, a receita básica é nos mantermos atualizados. Parece fácil, mas certamente está longe de ser, pelo menos nessa área que, em pouquíssimo tempo temos que rever completamente nossos conceitos.
Para citar algumas coisas que devem ser pensadas quando se começa a desenhar um site, vou colocar uma lista abaixo de perguntas e respostas. Não se surpreenda caso você leia e pense: "nossa, eu não me preocupei com isso quando fiz o último projeto...".
- Devo usar Flash ou algo do tipo?
A resposta para essa pergunta é outra pergunta. Caso você use uma dessas tecnologias, você conseguirá manter a acessibilidade e usabilidade do site? Veja, isso é possível, só que pouca gente faz porque é bem trabalhoso.
- Qual resolução de tela devo considerar pra começar o projeto?
A decisão provavelmente deve ficar entre 800x600 e 1024x768. Claro que isso não é uma regra. Tudo vai depender do seu público-alvo. Caso você esteja redesenhando um site, tente levantar através de uma ferramenta de análise de audiência qual a resolução mais usada pelos usuários.
- Qual deve ser minha preocupação em relação à acessibilidade do meu site?
A resposta é simples. Sua preocupação deve ser altíssima. Porque fazer algo que dificulte o acesso para portadores de algum tipo de deficiência? A dificuldade para tornar seu site acessível não é alta. O importante é pensar nisso desde o começo para que o resultado final fique melhor. Tanto para a acessibilidade como para usabilidade, não esqueça dos padrões web.
- E quanto à usabilidade, o que devo considerar?
Como disse logo no começo deste post, achar sites incríveis - falando apenas em beleza - é fácil. Achar sites memoráveis, que sejam fáceis de usar, navegar, consumir e tudo mais que se pode fazer em um site é difícil. Você já ouviu falar em um tal de Google? Simples, rápido, sem frescuras e, o principal, eficaz. Usabilidade é isso. Se você coloca um monte de coisas sem função específica, ou seja, que não tenha sido pensada, certamente você está indo pelo caminho errado.
- Ouvi você falando de portabilidade, que raios é isso?
Bem, essa é uma preocupação um pouco mais recente e significa mais ou menos o seguinte: como seu site funcionará quando visto em um dispositivo diferente de um computador tradicional? Ou ainda, é possível ter uma boa experiência visitando seu site através de um celular, de um smartphone, de um PC, de um MAC, usando Windows Vista, usando MAC OS, usando qualquer browser, usando Linux, usando um Tablet, usando um handheld e por aí vai. Parece difícil, porém, se for bem pensado, é possível.
A conclusão de tudo isso é: se mantenha atualizado. Entenda pra onde o mercado está caminhando. Conheça e tire proveito de novas tecnologias e, o principal: pense cuidadosamente antes de sair desenhando qualquer coisa. Aprender a questionar - sendo político, é claro - decisões de superiores que influenciam negativamente em qualquer um dos pontos citados acima, certamente é um mega diferencial.
Instale o Linux a partir do Windows sem complicações
Estão aparecendo para download na Web arquivos executáveis para que você instale o Linux através do Windows. Acredito que isso vá ajudar absurdamente no crescimento de utilização ou, na pior das hipóteses, muitas pessoas vão considerar experimentar pelo menos.
O processo de instalação tradicional do Linux em máquinas que já tem o Windows instalado não é trivial e usuários leigos dificilmente se aventuram. Com esses executáveis, tudo fica mais fácil.
Você só precisar fazer o download de um arquivo que, no caso da distribuição Debian, é apenas um pequeno arquivo que irá controlar o download de todos os outros arquivos necessários para termos outro sistema operacional funcionando em nossa máquina.
Para quem sempre quis experimentar o Linux mas tinha dificuldades ou até medo de instalar, recomendo tentarem através deste processo. Você irá precisar de uma conexão razoável para não ficar entendiado com o tempo dos downloads e uma boa leitura em Inglês também será necessária.
Aqui em casa eu peguei o instalador do Debian. Tem também o do Ubuntu. Acho que vale muito experimentar afinal, não devemos dizer que não gostamos de algo se ao menos não experimentarmos, a menos que seja muito óbvio que não é bom - que não é o caso.
Caso queira ver uns screenshots do instalador do Debian, acesse o sugestivo endereço http://goodbye-microsoft.com/screenshots/
Régua de pixels: indispensável
Uma coisa que tenho notado é que todas as pessoas que olham na minha tela quando estou com a régua de pixels aberta é o espanto e a admiração. Eu já perdi as contas de quantas vezes escutei: "Depois você me passa essa réguinha..."
Ela é super útil para designers, programadores e qualquer pessoa que trabalhe diretamente com internet. Quem já não precisou saber o tamanho de algum banner, largura de uma imagem e até mesmo o tamanho de um site e teve dificuldades?
Bem, a régua que uso no Windows é a JR Screen Ruler. O arquivo pra download é pequenio, o software é gratuito e é fácil de instalar.
Caso você tenha alguma dica valiosa que influencie na produtividade da mesma forma que a régua faz, envie para nós!