Use o Twitter dentro do Gmail
Não sei o que a imprensa anda falando mais, do Ronalducho ou do Twitter. Como futebol aqui não interessa tanto, aprenda a colocar o Twitter no seu Gmail.
1. Entre no Gmail, vá em configurações e clique no link/aba Labs;
2. Vá para o último item da lista e ative a aplicação "Adicionar qualquer gadget pelo URL" desenvolvida por Dan P e Dong C. Em seguida, clique no botão "Salvar alterações";
3. Agora volte em "Configurações" e vá para a aba/link Gadgets;
4. Deve ter aparecido um campo com o seguinte texto: "Adicionar gadget pelo URL:". Coloque neste campo a seguinte URL: http://twittergadget.appspot.com/gadget-gmail.xml e clique no botão "Adicionar";
5. Agora na lateral esquerda do seu Gmail, deve ter aparecido uma nova área com o gadget do Twitter instalado. Clique no link "here" que aparece na frase: "Click here to connect your twitter account, after you had grant access to your twitter account, click here to reload page.";
6. Você será redirecionado para uma página do próprio Twitter dizendo o seguinte: "An application would like to connect to your account". Coloque seu usuário e senha do Twitter, depois volte para o Gmail e recarregue a página;
7. Pronto, agora você poderá mandar seus posts direto do Gmail. Caso tenha ficado com dúvidas, envie um comentário ou me mande um direct.
Ainda não sabe o que é um QR Code?
É fato que se você perguntar para seus Pais o que é um QR Code, a chance deles saberem o que é e para que serve são mínimas, porém, para quem está alinhado com as "novidades" do mundo tencnológico, a chance de já terem visto uma "imagem" como a que está ao lado é bem maior.
O QR Code, que significa Quick Reponse Code, é um código bi-dimensional que tem algumas características bacanas em relação ao primitivo código de barras tradicional. Entre elas podemos citar a possiblidade de serem colocadas mais informações e a facilidade de leitura e interpretação por dispositivos que possuem uma câmera digital VGA (e o aplicativo para interpretar). Quantas vezes você já tentou pagar um conta usando o código de barras e teve que digitar todos aqueles números porque o leitor não conseguiu interpretar o código?
O código bi-dimensional foi criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave e, no início era mais usado na indústria automotiva. De 2003 para cá, vem sendo usado em diversos tipos de aplicação e, obviamente na Web também tem aparecido idéias bem interessantes.
Os celulares mais atuais com câmeras de vídeo têm vindo com um aplicativo que interpreta um QR Code depois que você tira uma foto do código. Veja este exemplo que mostra como se usa um celular para fazer a leitura de um QR Code. Aqui também é possível ver uma nerd
que coloca um QR Code com uma mensagem em um tecido.
É possível armazenar 7089 números ou 4296 caracteres em uma imagem. Para você testar e criar o seu próprio QR Code, é bem fácil. Na Web existem alguns geradores de QR Codes como o QRcoder e o Kaywa QR-CODE. Experimente e tente decifrar também a mensagem que coloquei no QR Code acima.
Native Client: mais um passo para a independência
Como dito há aproximadamente um ano e meio, o dia em que removeremos os softwares das nossas máquinas está cada vez mais perto. Hoje o tempo que ficamos usando apenas o navegador é cada vez maior e, a medida que mais aplicações "Web Based" forem surgindo, isto será mais comum.
Quando me refiro a aplicações baseadas no navegador, logo surge a seguinte interrogação: isto só é possível para aplicações que não consomem muito processamento, pois, do jeito que as aplicações são estruturadas, o processamento de quase tudo fica sob responsabilidade do servidor Web (é verdade que este fato tem diminuido com o uso do Ajax) e, o potencial de processamento das máquinas é praticamente desprezado. É possível imaginar, como exemplo, termos um Adobe Photoshop funcionando dentro do navegador? A resposta é óbvia: não!
Isto porque aplicações Web rodam dentro do browser que, por questões de segurança, tem poucos poderes sob a máquina em que ela está rodando e, é justamente aí que entrar o principal assunto deste post.
O Google inovou mais uma vez e, depois de permitir o uso offline do GMail, Calendar, Docs e Reader, graças ao Google Gears, eles lançaram o Native Client que nada mais é do que uma tentativa de dar mais poderes para o browser para que aplicações possam usar de forma mais inteligente os recursos da máquina em que estão rodando.
Isso, de certa forma, pode ser assustador para alguns, pois, tende a nos levar para a liberdade total (tem gente que não quer isso), ou seja, poderemos usar softwares de tudo quanto é tipo independentemente do sistema operacional.
O resultado prático é: portabilidade, independência, fim de monopólios, mais segurança em relação à perda de dados, maior possibilidade de escolha para os usuários, entre outros.
Depois do lançamento do Chrome, com toda sua forma de funcionamento diferenciada e, pelo passos que tenho observado, o Google realmente tem mostrado que está muito a frente. A atitude que tem restado para empresas gigantes de software e correr atrás do prejuízo.
Para finalizar, vou plantar uma semente na cabeça de vocês. Para quem já conhece bem o conceito de virtualização, vocês não acham que o caminho que estamos indo é justamente uma virtualização mega macro? Dá para passar horas discutindo isso...
Entenda os efeitos do legado do Internet Explorer 6.0
Antes de começar, é importante registrar que não gosto de flamewars e que não sou a favor ou contra qualquer plataforma. Neste post apenas expresso minha opinião sobre as consequências do abandono do Internet Explorer 6.0.
Aí vai a histórinha que explica o título e também minha opinião:
1. Pessoas físicas e jurídicas pagaram para comprar um sistema operacional (Windows XP) que veio com um navegador embutido (IE 6.0);
2. A fabricante (Microsoft) - certa feita - abandona as atualizações do navegador, lança um novo (IE 7.0), e ainda, também uma nova versão do sistema operacional, pois, já tem um "bem melhor" (Vista);
3. Para você trocar para o novo ou para instalar a nova versão do navegador, precisa trocar de máquina ou pelo menos fazer um upgrade, pois sua máquina, que está com tudo funcionando, não tem os requisitos mínimos para rodar a nova versão;
4. Você, que tem um parque de 3000 máquinas operando, óbviamente decide não gastar milhares de reais para atualizá-las, afinal, o trabalho está sendo feito;
5. Passa algum tempo e suas 3000 máquinas continuam funcionando e o navegador instalado também. Na mesma situação que você, está quase 40% (dado colhido através do Google Analytics de vários sites de segmentos diferentes) do mercado, porém, como a empresa que te vendeu os softwares parou de atualizá-los, você - que não está sozinho - está absurdamente exposto à centenas de falhas de segurança.
A história acima é um simples resumo do que vem acontecendo com milhares de pessoas e empresas e, o que a maioria não enxerga é que muito dinheiro é gasto além de licenças de software e aquisições de hardware, quando uma empresa com a penetração de mercado igual da Microsoft simplesmente abandona um software como o IE 6.0.
Falando em pessoas físicas, a maioria pouco se interessa por versões ou atualizações de software. O que querem - com razão - é o plug-and-play (já ouviram falar?). Isso mesmo, computador sim tem que ser igual TV. Hoje falamos que era absurdo você ligar uma TV e ter que esperar que ela esquente para poder ver. Nós não fazemos o mesmo com o computador? Tenho certeza que em breve não será mais assim.
Pessoas jurídicas, por sua vez, se preocupam sim com atualizações, mas, geralmente por questões financeiras, nem sempre é possível manter o parque atualizado. Quando você tem uma rede grande, não consegue trocar ou atualizar tudo com um simples estalo de dedos ou com uma enfiada de mão no bolso.
O resultado disso é termos, durante anos, que desenvolver (fazer malabarismos, gambiarras, css hacks, ifs a mais nos JavaScripts, sem falar no bug da borda que some e aparece, rs) sites e aplicações para rodarem dentro de um software desatualizado, que não segue padrões e que exige/consome muito mais tempo de desenvolvimento, ou seja, mais dinheiro. Quem é que paga por isso?