Use JSON nas suas aplicações AJAX
O XML já é há tempos o padrão mais usado para estruturarmos informações que serão trafegadas entre sistemas, mas nem sempre ele é a melhor alternativa.
Com a crescente onda de desenvolvimento de aplicações usando o conjunto de tecnologias embutidas no termo AJAX, o XML se popularizou ainda mais. Isso porque o nome do principal componente embutido nos navegadores, que está diretamente relaciondo com o AJAX, chama-se XMLHttpRequest.
Apesar do nome sugestivo do componente, muitos desenvolvedores estão começando a estruturar as informações usando o JSON, que é um acrônimo de JavaScript Object Notation. Na prática, acaba ficando muito mais fácil acessar os dados se estiverem estruturados dessa forma do que com XML, e mais, o arquivo no formato JSON acaba ficando um pouco menor.
Embora o uso do JSON seja mais popular com JavaScript, você pode usá-lo em diversas linguagens de programação. Sua sintaxe é baseada em estruturas de pares nome/valor. Esse termo tem variações dependendo da linguagem, você certamete conhece ou já deve ter ouvido falar em alguns destes: dicionário, array associativo, hash table, struct.
Recomendo a todos que leram este post a pesquisar sobre o JSON. Abra sua ferramenta favorita de buscas e mande ver. Em poucas horas você já estará habituado com o novo formato e certamente sua aplicações sairão do forno mais rápido. Você economizará horas não tendo mais que brigar com XML Parsers
Como contornar o problema de ativação do Flash
Conforme notícia do IDG Now!, a Microsoft anunciou recentemente um update para o IE (Internet Explorer) que muda a maneira do browser lidar com controles ActiveX e Applets Java. Essa alteração só vale para máquinas com Windows XP com Service Pack 2 e também para aquelas que rodam Windows Server 2003 com Service Pack 1.
Bem, certamente estamos falando da maior parte da população de internautas, ou seja, é uma alteração que afeta bilhões de pessoas. A atualização obriga os usuários a ativar qualquer controle que se encaixe nos descritos acima antes de usá-los. Entre os mais conhecidos, posso citar: QuickTime Player, Flash Player, RealPlayer e Java Virtual Machine, da Sun.
Na prática, um usuário que visita um site em Flash, como exemplo, precisa clicar em cima do Flash para ativá-lo. Isso acontecia de forma natural, ou seja, o usuário entrava em algum site com Flash e este já começava sua execução automaticamente.
Pensando nas conseqüências, acredito que se essa alteração não fosse contornável, agências publicitárias iriam estar de cabelos em pé. Imagine que a esmagadora maioria das peças publicitárias que veiculam na Web são feitas usando Flash.
Como mencionei no parágrafo anterior, o problema é contornável, e daí surge o título deste post. Nós, desenvolvedores, temos que ficar dando manutenção em códigos que estavam funcionando por causa de briga alheia.
O que muda na prática para nós é a forma de codificar as chamadas dos controles no HTML. No modo tradicional, simplesmente colocamos uma tag
Existem algumas soluções bem interessantes que podem ser encontradas pela Web. Uma das mais interessantes que vi foi a SWFObject desenvolvida por Geoff Stearns. Ela usa orientação a objetos e com isso permite que o seu HTML fique limpo e claro pois a criação de instâncias é curta e passar parâmetros para serem colocados na tag resultante do controle é bem fácil.