WebNG Nem sim, nem não. Muito pelo contrário!

12Jun/095

Por que não comprar um iPhone?

Certa feita comprei um iPod e me decepcionei. Recentemente andei dando uma pesquisada nos recursos do iPhone e as vantagens e desvantagens em relação a outros aparelhos do mercado e cheguei à seguinte conclusão. Não compre. Veja por quê:

1. O preço é um absurdo. Dá pra comprar um Netbook ou um Notebook;

2. É pesado. Pra colocar no bolso, tem que apertar mais o cinto;

3. Seu bluetooth não é aberto;

4. Se der problema na bateria, azar o seu. Vai ter que mandar trocar e gastar uma bica. Se fosse outro aparelho, bastaria ir em qualquer Santa Efigênia da vida e comprar outra;

5. Se quebrar, custa mais uma bica pra arrumar. O de uma amiga deu problema no botão home e para arrumar custava nada mais do que R$ 300,00;

6. Depende do iTunes para transferir fotos, músicas e outras coisas. O iTunes é uma bigorna;

7. Quando plugamos ele no micro com o cabo USB, ele não vira um drive;

8. Não tem rádio. Qualquer celular tranqueira por aí tem;

9. Praticamente não vem com nenhum acessório. Como se já não bastasse o preço salgado, você ainda terá que desembolsar uma baba pra dar uma incrementada nele. Pra vocês terem idéia, recentemente comprei um celular que veio com carregador veicular, capa de couro, fone de ouvido com microfone, fone bluetooth, carregador de tomada, cabo USB e cartão de memória;

10. Não tem slot para colocarmos aquele cartãozinho bacana Micro SD para gravarmos nossas músicas;

11. Trava pacas. O da mesma amiga que citei acima dava pau direto;

12. Não tem suporte para Flash! Hein, como assim? É isso mesmo, ele ignora vídeos e animações em Flash miseravelmente.

É claro, ele não é uma desgraça total senão não teria feito o sucesso que fez (se bem que tem muita gente que tem TV Wide e vê pessoas cabeçudas), mas pro meu perfil, sinceramente não vale.

Ainda em tempo, a coisa que mais presta é o acelerômetro, que coloca no chinelo os da Nokia e claro, a tela touch que também humilha todos os outros. Como pra mim a tela e o acelerômetro são totalmente dispensáveis, tô fora.

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2Apr/090

Use o Twitter dentro do Gmail

Não sei o que a imprensa anda falando mais, do Ronalducho ou do Twitter. Como futebol aqui não interessa tanto, aprenda a colocar o Twitter no seu Gmail.

1. Entre  no Gmail, vá em configurações e clique no link/aba Labs;

2. Vá para o último item da lista e ative a aplicação "Adicionar qualquer gadget pelo URL" desenvolvida por Dan P e Dong C. Em seguida, clique no botão "Salvar alterações";

3. Agora volte em "Configurações" e vá para a aba/link Gadgets;

4. Deve ter aparecido um campo com o seguinte texto: "Adicionar gadget pelo URL:". Coloque neste campo a seguinte URL:  http://twittergadget.appspot.com/gadget-gmail.xml e clique no botão "Adicionar";

5. Agora na lateral esquerda do seu Gmail, deve ter aparecido uma nova área com o gadget do Twitter instalado. Clique no link "here" que aparece na frase: "Click here to connect your twitter account, after you had grant access to your twitter account, click here to reload page.";

6. Você será redirecionado para uma página do próprio Twitter dizendo o seguinte: "An application would like to connect to your account". Coloque seu usuário e senha do Twitter, depois volte para o Gmail e recarregue a página;

7. Pronto, agora você poderá mandar seus posts direto do Gmail. Caso tenha ficado com dúvidas, envie um comentário ou me mande um direct.

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2Apr/090

Ainda não sabe o que é um QR Code?

qrcodeÉ fato que se você perguntar para seus Pais o que é um QR Code, a chance deles saberem o que é e para que serve são mínimas, porém, para quem está alinhado com as "novidades" do mundo tencnológico, a chance de já terem visto uma "imagem" como a que está ao lado é bem maior.

O QR Code, que significa Quick Reponse Code, é um código bi-dimensional que tem algumas características bacanas em relação ao primitivo código de barras tradicional. Entre elas podemos citar a possiblidade de serem colocadas mais informações e a facilidade de leitura e interpretação por dispositivos que possuem uma câmera digital VGA (e o aplicativo para interpretar). Quantas vezes você já tentou pagar um conta usando o código de barras e teve que digitar todos aqueles números porque o leitor não conseguiu interpretar o código?

O código bi-dimensional foi criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave e, no início era mais usado na indústria automotiva. De 2003 para cá, vem sendo usado em diversos tipos de aplicação e, obviamente na Web também tem aparecido idéias bem interessantes.

Os celulares mais atuais com câmeras de vídeo têm vindo com um aplicativo que interpreta um QR Code depois que você tira uma foto do código. Veja este exemplo que mostra como se usa um celular para fazer a leitura de um QR Code. Aqui também é possível ver uma nerd :) que coloca um QR Code com uma mensagem em um tecido.

É possível armazenar 7089 números ou 4296 caracteres em uma imagem. Para você testar e criar o seu próprio QR Code, é bem fácil. Na Web existem alguns geradores de QR Codes como o QRcoder e o Kaywa QR-CODE. Experimente e tente decifrar também a mensagem que coloquei no QR Code acima.

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2Apr/090

Native Client: mais um passo para a independência

Como dito há aproximadamente um ano e meio, o dia em que removeremos os softwares das nossas máquinas está cada vez mais perto. Hoje o tempo que ficamos usando apenas o navegador é cada vez maior e, a medida que mais aplicações "Web Based" forem surgindo, isto será mais comum.

Quando me refiro a aplicações baseadas no navegador, logo surge a seguinte interrogação: isto só é possível para aplicações que não consomem muito processamento, pois, do jeito que as aplicações são estruturadas, o processamento de quase tudo fica sob responsabilidade do servidor Web (é verdade que este fato tem diminuido com o uso do Ajax) e, o potencial de processamento das máquinas é praticamente desprezado. É possível imaginar, como exemplo, termos um Adobe Photoshop funcionando dentro do navegador? A resposta é óbvia: não!

Isto porque aplicações Web rodam dentro do browser que, por questões de segurança, tem poucos poderes sob a máquina em que ela está rodando e, é justamente aí que entrar o principal assunto deste post.

O Google inovou mais uma vez e, depois de permitir o uso offline do GMail, Calendar, Docs e Reader, graças ao Google Gears, eles lançaram o Native Client que nada mais é do que uma tentativa de dar mais poderes para o browser para que aplicações possam usar de forma mais inteligente os recursos da máquina em que estão rodando.

Isso, de certa forma, pode ser assustador para alguns, pois, tende a nos levar para a liberdade total (tem gente que não quer isso), ou seja, poderemos usar softwares de tudo quanto é tipo independentemente do sistema operacional.

O resultado prático é: portabilidade, independência, fim de monopólios, mais segurança em relação à perda de dados, maior possibilidade de escolha para os usuários, entre outros.

Depois do lançamento do Chrome, com toda sua forma de funcionamento diferenciada e, pelo passos que tenho observado, o Google realmente tem mostrado que está muito a frente. A atitude que tem restado para empresas gigantes de software e correr atrás do prejuízo.

Para finalizar, vou plantar uma semente na cabeça de vocês. Para quem já conhece bem o conceito de virtualização, vocês não acham que o caminho que estamos indo é justamente uma virtualização mega macro? Dá para passar horas discutindo isso...

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2Apr/090

Entenda os efeitos do legado do Internet Explorer 6.0

Antes de começar, é importante registrar que não gosto de flamewars e que não sou a favor ou contra qualquer plataforma. Neste post apenas expresso minha opinião sobre as consequências do abandono do Internet Explorer 6.0.

Aí vai a histórinha que explica o título e também minha opinião:

1. Pessoas físicas e jurídicas pagaram para comprar um sistema operacional (Windows XP) que veio com um navegador embutido (IE 6.0);

2. A fabricante (Microsoft) - certa feita - abandona as atualizações do navegador, lança um novo (IE 7.0), e ainda, também uma nova versão do sistema operacional, pois, já tem um "bem melhor" (Vista);

3. Para você trocar para o novo ou para instalar a nova versão do navegador, precisa trocar de máquina ou pelo menos fazer um upgrade, pois sua máquina, que está com tudo funcionando, não tem os requisitos mínimos para rodar a nova versão;

4. Você, que tem um parque de 3000 máquinas operando, óbviamente decide não gastar milhares de reais para atualizá-las, afinal, o trabalho está sendo feito;

5. Passa algum tempo e suas 3000 máquinas continuam funcionando e o navegador instalado também. Na mesma situação que você, está quase 40% (dado colhido através do Google Analytics de vários sites de segmentos diferentes) do mercado, porém, como a empresa que te vendeu os softwares parou de atualizá-los, você - que não está sozinho - está absurdamente exposto à centenas de falhas de segurança.

A história acima é um simples resumo do que vem acontecendo com milhares de pessoas e empresas e, o que a maioria não enxerga é que muito dinheiro é gasto além de licenças de software e aquisições de hardware, quando uma empresa com a penetração de mercado igual da Microsoft simplesmente abandona um software como o IE 6.0.

Falando em pessoas físicas, a maioria pouco se interessa por versões ou atualizações de software. O que querem - com razão - é o plug-and-play (já ouviram falar?). Isso mesmo, computador sim tem que ser igual TV. Hoje falamos que era absurdo você ligar uma TV e ter que esperar que ela esquente para poder ver. Nós não fazemos o mesmo com o computador? Tenho certeza que em breve não será mais assim.

Pessoas jurídicas, por sua vez, se preocupam sim com atualizações, mas, geralmente por questões financeiras, nem sempre é possível manter o parque atualizado. Quando você tem uma rede grande, não consegue trocar ou atualizar tudo com um simples estalo de dedos ou com uma enfiada de mão no bolso.

O resultado disso é termos, durante anos, que desenvolver (fazer malabarismos, gambiarras, css hacks, ifs a mais nos JavaScripts, sem falar no bug da borda que some e aparece, rs) sites e aplicações para rodarem dentro de um software desatualizado, que não segue padrões e que exige/consome muito mais tempo de desenvolvimento, ou seja, mais dinheiro. Quem é que paga por isso?

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15Feb/090

SCRUM: gerencie seu projeto de forma diferente e ágil

O principal desafio de um gerente de projetos é manter a equipe produzindo com alta perfomance e cumprir os prazos insanos que normalmente são impostos de cima para baixo.

A SCRUM é uma metodologia de gestão projetos focada em prazos de entrega e produtividade (desenvolvimento ágil).

É difícil conseguir passar o conceito de uma metodologia em um post, porém, pela simplicidade da SCRUM, resolvi sintetizar os pontos mais importantes que já servirão para você pelo menos se interessar pelo assunto.

Na SCRUM temos personagens e termos bem definidos para fazerem a coisa andar. Abaixo coloco cada um deles e sua principal função:

Sprint: é um período normalmente de 30 dias (não necessariamente, porém, a duração do Sprint tem que ser constante durante todo o projeto) onde a equipe se compromete com a entrega de determinadas tarefas que constam no Backlog.

Product Backlog: é uma listagem com todas as especificações do produto em questão. Este documento é visto por todos envolvidos. Umas das caraterísticas é que ele pode ser alterado durante o processo. As mudanças normalmente se referem a prioridade das tarefas.

SCRUM Master: é o gestor do time de desenvolvimento. Seu principal objetivo é acompanhar e fornecer tudo o que seu time precisa para cumprir as tarefas acordadas dentro de um Sprint. Ele tem reuniões diárias e curtas com o SCRUM Team e é o cara que briga pelo time para permitir que eles possam trabalhar sem interferências.

Product Owner: é o responsável em entender o projeto junto ao cliente e passá-lo para o SCRUM Team.  Muitas vezes o Product Owner poder ser o próprio cliente. Além disso, ele é o que coloca prioridade nas tarefas. O resultado do seu trabalho é o Product Backlog descrito acima.

SCRUM Team: é a equipe de desenvolvimento que tem normalmente entre 5 e 9 pessoas. A responsabilidade pela divisão das tarefas é do próprio time, ou seja, eles é que decidem quem é que vai ficar com qual tarefa do Backlog. Estas definições podem ser trocadas durante o desenvolvimento. Como dá pra perceber, não tem muita regra e é por isso que a equipe tem que ser composta por caras bons. :)

Daily SCRUM: reunião diária no mesmo horário entre o SCRUM Master e o SCRUM Team. O objetivo da reunião é eliminar ou entender qualquer obstáculo que tenha aparecido e ainda, faz com que cada membro da equipe responda algumas perguntas como:

- O que você fez desde a última reunião?
- O que você fará até a próxima reunião?
- Tem algo que está impedindo você fazer o que foi combinado?

Burn-down Chart: um gráfico que serve para acompanhar quanto ainda trabalho ainda falta ser entregue dentro de um Sprint.

E como a coisa começa? Começa pelo Product Owner que faz o Backlog. :)

A SCRUM é uma metodologia que se encaixa em uma categoria já conhecida pelo mercado da TI chamada: agile development. Estas metodologias são totalmente voltadas para prazos, desburocratização, menos teoria e mais prática.

Abaixo coloco algumas referências para quem quiser se aprofundar no tema:

- Scrum em menos de 10 minutos (Sensacional!)
- Scrum Alliance
- Scrum na Wikipedia
- Scrum Brasil

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24Dec/082

Descubra se você é um Jedi, um Nerd ou um simples e mortal usuário

Para descontrair um pouco, preparei para vocês um jogo rápido de perguntas e respostas que avalia seus conhecimentos sobre TI e um pouco também do mundo dos nerds.

São apenas 20 perguntas rápidas para ver se você é um Nerd, um Ninja, um Samurai, um Geek, um Cracker, talvez um Jedi ou um Sith, um simples e mortal usuário, um Designer, um Blogueiro, um Jornalista ou talvez até para descobrir que você está no lugar errado, ou seja, na frente do computador. :)

Boa sorte!

COMEÇAR

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19Oct/080

Conhecendo e usando a jQuery

Para quem ainda não sabe o que é a jQuery, aí vai. É uma biblioteca escrita em JavaScript que facilita a nossa vida na hora de fazer programações client-side.

Mas porque devemos usar alguma biblioteca como esta? A resposta é simples, para quem já tentou fazer algo um pouco mais complexo em JavaScript na raça, viu que, além de trabalhoso, quando você começa a testar seu script em todos os navegadores, começa a enfrentar mais problemas do que tinha imaginado.

É exatamente aí que entra um biblioteca como essa. Os desenvolvedores já fazem sua implementação para que seu uso funcione na maioria dos navegadores disponíveis no mercado e, tudo de uma forma muito simples. É uma mão na roda para economizarmos nosso precioso tempo.

Entre algumas vantagens da jQuery estão: cross-browser, duas versões para download, uma para desenvolvedores e outra compactada, facilidade para acessar elementos no DOM, fácil manipulação de eventos, implementações AJAX e até animações e transições com poucas linhas e claro, talvez o mais importante, boa documentação.

A versão atual da jQuery é a 1.2.6 e você pode fazer o download diretamente do site. A documentação também está toda lá. Agora, vamos colocar a mão na massa.

Faça o download da biblioteca, crie uma pasta na sua área de trabalho e coloque o arquivo lá dentro. Crie também um arquivo chamado debug.html e coloque o código abaixo dentro dele e faça seus testes. Tenho certeza que isso fará você começar a pesquisar e se divertir.

<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="pt-BR">
<head>
<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=utf-8" />
<title>Exemplo 01 - Usando jQuery</title>
<script src="jquery-1.2.6.min.js" type="text/javascript"></script>
<style>
body {
	font-family:verdana;
	color:#fff;
}

div {
	border:1px solid black;
	width:150px;
	height:100px;
	padding:10px;
	background:green;
}

a {
	display:block;
	margin:10px;
}
</style>
</head>
<body>
<div id="floater">
	Este DIV servirá de exemplo para movimentarmos usando a jQuery.
</div>
<a href="" id="some">Some com o DIV</a>
<a href="" id="mostra">Mostra o DIV</a>
<script>
$("div").click(function(event) {
	alert("Você clicou dentro do DIV!");
});

$("#some").click(function (event) {
	$("#floater").fadeOut(5000);
	event.preventDefault();
});

$("#mostra").click(function (event) {
	$("div").fadeIn(5000);
	event.preventDefault();
});

</script>
</body>
</html>
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4Oct/080

Este é para os nerds

O que dizem é que se você vê-la rodando para o lado direito, é o lado esquerdo do seu cérebro que está processando a imagem. Se vê-la rodando para esquerda, é o lado direito do seu cérebro.

Se você conseguir vê-la rodando para os dois lados, é nerd.

Mulher rodando

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22Sep/080

Configure seus servidores Linux para o horário de verão 2008/2009

O horário de verão de 2008/2009 começa dia 19 de outubro de 2008 e termina no dia 15 de fevereiro de 2009. Veja como fazer a configuração manual no seu servidor para evitar que seu telefone toque no meio da noite. :)

Estas configurações foram feitas usando a distribuição Ubuntu 8.0.4, porém, é possível aplcá-las na maioria das distribuições.

O primeiro passo é criarmos um arquivo que contenha exatamente as linhas abaixo:

Rule Brazil 2008 only - Oct 19 00:00 1 S
Rule Brazil 2009 only - Feb 15 00:00 0 -

Zone Brazil/East -3:00 Brazil BR%sT

Você pode gravar o arquivo em qualquer diretório, porém, recomendo que você grave em:

/usr/share/zoneinfo/Brazil/verao_2008-2009.zic

Agora é hora de compilar esse arquivo. Para fazer isso verifique se você tem o zic instalado. Abra o console e digite na linha de comando como root: zic --help.

Se apareceu a forma de usar o programa, significa que você está pronto para compilar. Para fazer isso, basta digitar no mesmo diretório onde você gravou o seu arquivo .zic o seguinte:

zic verao_2008-2009.zic

Agora estamos com o arquivo East (foi gerado na compilação) dentro do diretório /usr/share/zoneinfo/Brazil pronto para ser usado. Algumas pessoas simplesmente copiam este arquivo para /etc/localtime. Eu prefiro criar um link simbólico que aponta o /etc/localtime para o arquivo East. Para fazer isso, digite o seguinte:

ln -s /usr/share/zoneinfo/Brazil/East /etc/localtime

Se tudo deu certo, sua distribuição está configurada para, no dia 19 de outubro às 00h00, adiantar o relógio para 01h00 e, no dia 15 de fevereiro de 2009 às 00h00, retornar o relógio para o dia 14 de fevereiro às 23h00 e você, pronto para mais uma noite de sono. :)

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